Das 346 versões 0 km com câmbio identificado no nosso banco, 161 usam automático convencional, 93 usam CVT, 15 usam dupla embreagem e 77 ainda são manuais. Entender a diferença ajuda a escolher e a cuidar.
Automático convencional (AT)
Usa um conversor de torque e engrenagens planetárias. É o mais robusto e o mais confortável no anda e para, com trocas suaves. Gasta um pouco mais que os outros e pesa mais. Na manutenção, pede troca de fluido no prazo do manual.
CVT
Não tem marchas fixas: uma correia ou corrente metálica corre entre duas polias de diâmetro variável. O motor fica sempre na rotação mais econômica, por isso o CVT costuma ganhar em consumo. O efeito colateral é o “zumbido” em acelerações fortes, que muita marca disfarça com marchas simuladas. Odeia reboque pesado e fluido vencido.
Dupla embreagem (DCT)
São duas caixas manuais em uma, cada uma com a sua embreagem, controladas por computador. As trocas são rápidas e o consumo é bom. O ponto fraco é o anda e para em rampa: segurar o carro no acelerador aquece as embreagens. Use o freio para segurar.
Qual escolher
- Muito trânsito e conforto acima de tudo: automático convencional ou CVT.
- Economia: CVT, principalmente na cidade.
- Gosta de dirigir e pega estrada: dupla embreagem ou automático com muitas marchas.
- Vai comprar usado: qualquer um, desde que com histórico de troca de fluido.
Equipe Rato de GaragemComparamos carros com dados oficiais. Tem uma dúvida ou viu um número errado? Fale com a gente.

